Armindo Araújo e Luís Ramalho tiveram uma atuação de elevado nível no Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves Verin, sendo batidos por Kris Meeke por 1.8s, num rali em que foram sempre, entre os pilotos candidatos ao título, os mais rápidos.
Partindo na liderança para a derradeira etapa, os campeões nacionais venceram cinco das nove especiais disputadas (a Power Stage foi neutralizada) e travaram uma escaldante luta pela vitória até ao último metro da Super Especial de Chaves. “Fizemos um excelente rali e mesmo que não tenhamos conseguido segurar a vitória, por apenas 1.8s, saímos daqui muito satisfeitos pois fomos extramente competitivos durante todas as especiais.
Fizemos um excelente trabalho nas afinações do nosso Skoda e tivemos sempre uma boa escolha de pneus. Foi pena não podermos ter disputado a Power Stage e termos estado muito tempo parados na entrada para a Super Especial, ao contrário do nosso principal adversário. Penso que foi esse a momento chave para o desfecho deste rali”, disse no final Armindo Araújo.
Com o segundo lugar final e sendo dos quatro principais pilotos quem mais pontos amealhou em Chaves, Armindo Araújo parte para o Rali Vidreiro com hipóteses de poder lutar pela revalidação do título, facto que, por si só, deixa o piloto tirsense altamente satisfeito. “Independentemente do que possa acontecer na Marinha Grande, chegarmos à última prova com a possibilidade de ainda sermos campeões é já uma grande vitória. Tal como fizemos nas cinco provas que disputamos desde o regresso, vamos pensar no melhor resultado possível, dar o máximo e no final logo veremos em que posição terminamos este CPR de 2023. Podem contar connosco para lutarmos como sempre pela vitória no Rali Vidreiro”, garantiu.











