Julien Ingrassia, oito vezes vencedor do Campeonato do Mundo de Ralis, experimentou a ‘vida’ do outro lado durante o Rallye Terre de Lozère no passado fim de semana.
O francês, agora com 43 anos, retirou-se da navrgação no final de 2020, pondo fim à sua parceria de enorme sucesso de 16 anos com Sébastien Ogier. Desde então, diversificou a sua carreira assumindo vários papéis nos media, incluindo o seu recente envolvimento com a equipa de produção Rally.TV do WRC no Secto Rally Finland no mês passado.
Para completar a sua carreira, Ingrassia trocou o seu caderno de notas de ritmo por um volante e pedais em Lozère, ao conduzir numa ronda do Campeonato Francês de Ralis de Terra.
Fazendo dupla com o seu amigo Gilles De Turckheim, Ingrassia conduziu um Renault Clio Rally5 ao impressionante 38º lugar na geral, ao mesmo tempo que se classificou em 15º lugar entre 27 participantes na muito competitiva categoria Clio Trophy: “O objetivo era divertirmo-nos – missão cumprida! disse Ingrassia. “E não destruir o carro… missão cumprida também! O concorrente quer sempre fazer melhor. Tivemos uma pequena falha técnica no primeiro dia que conseguimos resolver para continuar.”
Ingrassia admitiu que o espírito competitivo que o levou, a ele e a Ogier, a conquistar oito títulos mundiais, continua a arder dentro de si: “Ainda há aquela ferocidade e espírito de luta”, sorriu. “Pensamos: ‘Oh, podia ter feito melhor naquele gancho, fui sempre em frente, quase parei, podia ter feito melhor’. Quando olhamos para isso, é sempre a mesma coisa, com todos os segundos que perdemos nos troços.”











