No final do primeiro dia de trabalho em pista no GP de Itália o verdadeiro ritmo da Mercedes é uma incógnita, uma vez que a equipa de Brackley tinha ainda muito pela frente para dar o melhor carro possível aos seus pilotos. Além disso, no segundo treino livre as simulações de Lewis Hamilton foram marcadas pelas queixas do piloto em relação à afinação do seu carro, que tinha uma configuração de maior apoio aerodinâmico do que o de George Russell. O piloto quis alterar durante o treino, mas foi informado que isso faria atrasar o programa delineado para a sessão.
Após o treino, Andrew Shovlin avisava que o W14 não estava ainda no seu ponto mais forte, demonstrando que a equipa teria muito trabalho pela frente para dar aos seus pilotos melhores condições para o dia de hoje.
Em termos de ritmo de qualificação, a Mercedes surge atrás de Red Bull, Ferrari, Williams e McLaren, melhorando em corrida, a 0.32s dos carros de Milton Keynes, terceiros na ordem de força.
Mas são dois dos carros que mais dúvidas levantam ao que são capazes de fazer hoje.
Foto: LAT Images












