Quem fez uma grande qualificação foi Alex Albon e a Williams, que colocou pela primeira vez em muito tempo dois carros no top 10. o anglo-tailandês assume que pode ter tido alguma ‘ajuda’ do vento que ‘mascarou’ a menos boa downforce do carro, e atrás de Lando Norris está um piloto que não esperava alinhar na segunda fila neste fim de semana, mas é daí que vai partir e pode obter um bom resultado numa pista como Zandvoort.
Na quinta-feira, Alex Albon descreveu Zandvoort como “a quinta pior” das pistas mais adequadas para a Williams nesta temporada, e afirmou que a única coisa que poderia ajudá-los seria a direção do vento, já que um vento contrário nas curvas 9 e 11 jogaria a seu favor.
Por vezes, foi isso que Albon e a Williams conseguiram, mas foram rápidos durante todo o fim de semana em todas as sessões, e o quarto lugar na grelha é a sua melhor posição de qualificação desde que se juntou à equipa vindo da Red Bull no início de 2022. Está na companhia da elite, a par de George Russell e um lugar à frente de Fernando Alonso, com seis equipas diferentes a ocuparem as seis primeiras posições da grelha.
Mas não foi só Albon que foi rápido este fim de semana, com Logan Sargeant a chegar à Q3 pela primeira vez e a tornar-se o primeiro americano a qualificar-se entre os dez primeiros em 30 anos. Sargeant sofreu um acidente na sua segunda volta cronometrada na Q3, numa pista seca, o que prejudicou ligeiramente o seu fim de semana, mas ainda tem hipóteses de conquistar os seus primeiros pontos na F1 no domingo.
Quanto a Albon, não vai ter vida fácil com tanto piloto rápido atrás, mas estes também não a terão, para o suplantar.












