Serão três as corridas realizadas nos Estados Unidos da América esta temporada, todas com especificações diferentes. A aposta da Liberty Media é muito forte na corrida de Las Vegas, enquanto os organizadores do GP de Miami investem num espetáculo fora de pista, quer seja com uma apresentação dos pilotos diferente ou da marina falsa no traçado, podendo a organização da prova no Circuito das Américas sentir a pressão para fazer algo diferente. No entanto, garantem que isso não acontecerá.
O diretor do Circuito das Américas, Bobby Epstein, reconhece que as provas de Miami e Las Vegas estão a ser mais faladas do que o GP dos EUA e isso é “frustrante” para si e para a equipa que organiza a prova em Austin, mas sublinha que manterá a fórmula que tem levado milhares de pessoas às bancadas.
“Não vamos fazer nada diferente, porque o bom é que, quando os outros eventos surgiram, todos tentaram criar sua própria identidade”, disse Epstein, citado pelo Motorsport-Total.com, acrescentando que “não precisamos mudar nossa receita, funciona assim. Uma das coisas que descobrimos é que foram as pessoas que nos definiram, não nós mesmos. Os fãs olharam para a corrida e consideram que, em muitos aspetos, é uma corrida do povo”.
Sem mudar a “receita”, o Circuito das Américas vai manter os famosos concertos durante o fim de semana do Grande Prémio, uma vez que a Liberty Media exige que os organizadores ofereçam entretenimento para um público mais amplo.
O responsável pelo circuito no estado do Texas considera que há mercado suficiente para as três provas nos EUA, fruto do interesse mais generalizado pela Fórmula 1 e com cada uma das corridas com as suas características.










