José Pedro Fontes/Inês Pontes (Citroen C3 Rally2) começaram o dia com 26.2s de avanço para Ricardo Teodósio, chegam ao final da manhã com 34.1s para Armindo Araújo, pelo que as contas do CPR continuam a sorrir-lhes, embora a luta pela frente esteja agora bem mais longe. Naturalmente, os pilotos lusos estão sempre de olho no triunfo – o Rali da Madeira é sempre uma prova que fica muito bem em qualquer currículo – mas por outro lado Fontes tem fortes aspirações à conquista do título, basta referir, por exemplo, que se os resultados nas três provas que ainda faltam no CPR (Madeira, Alto Tâmega e Vidreiro) fossem exatamente os deste preciso momento, seria ele próprio o campeão, e por boa margem, ainda que não estejamos a contar com os pontos das três Power Stage que ainda faltam e que podem fazer toda a diferença. Seja como for, a luta pelo título do CPR tem tudo para ficar ainda mais animada do que já estava: “a partir do momento em que ficamos a vinte e tal segundos a vitória é muito difícil, é mérito do Alexandre (Camacho) e do Basso, portanto nós estamos a tentar fazer um rali inteligente, não cometer erros, tentar manter o pódio e ganhar o ‘nacional’.










