Vários pilotos insurgiram-se contra o excesso de saltos no Rali da Estónia, considerando ser desnecessariamente difíceis e mesmo perigosos. Por exemplo, Gus Greensmith, que na Sardenha foi hospitalizado com uma lesão nas costas e um pulmão colapsado, teve várias aterragens complicadas na especial de Otepää, Elfyn Evans sofreu duas fraturas por compressão ainda na Ford, falhando três ralis por causa disso, há dois anos, Dan Barritt, na altura copiloto de Takamoto Katsuta, teve de abandonar com o co-piloto cheio de dores. Por exemplo, em Fafe, os pilotos sabem que devem travar antes do salto da Pedra Sentada, mas na Estónia é a sucessão que preocupou os pilotos. Até Ott Tänak disse que não eram nada agradáveis









