A Mercedes conquistou a primeira pole position da temporada através do tempo alcançado por Lewis Hamilton na qualificação do Grande Prémio da Hungria, mas ao mesmo tempo, parece não ter sido conquistada com a certeza que a equipa compreende a fundo o comportamento do carro.
Depois da sessão que deu a pole position número 104 a Hamilton e a primeira desde o GP da Arábia Saudita de 2021, Toto Wolff explicou à The Race que “o maior ponto fraco que temos no carro não é o ‘downforce’, é imprevisível”, acrescentando que no Hungaroring o carro funcionou muito bem no sábado, depois de uma sexta-feira menos bem conseguida. O responsável da equipa revelou que “os pilotos nunca têm tido confiança para forçar muito na qualificação e o carro que tínhamos hoje [sábado] lhes dava essa confiança”, garantindo que a equipa tem de se focar mais na compreensão do equilíbrio do W14, para conseguir dar aos pilotos a melhor afinação possível para cada fim de semana. Ou seja, o resultado alcançado na qualificação da prova húngara foi alcançado sem que a equipa percebesse muito bem o que aconteceu, por isso é que o responsável da equipa sublinhou à mesma publicação que “precisamos de consolidar isso e essa é a parte mais complicada”.











