O Rali de Portugal é um dos maiores eventos desportivos do país e com impacto tremendo nos locais por onde passa. Um evento desta envergadura obriga a uma operação logística de proporções gigantescas para que tudo funcione nas melhores condições para as estrelas ao volante das máquinas que fazem as maravilhas dos adeptos – e também estes possam assistir em segurança – nas classificativas.
Já demos conta da operação montada pela Guarda Nacional Republicana e de como funciona o centro nevrálgico do rali, mas para que o espetáculo seja de grande nível e em segurança, para o público e participantes, é necessária uma complexa operação de logística e gestão de recursos humanos, coordenada pela experiente equipa do ACP. Aqui ficam alguns dos números da organização do WRC Vodafone Rally de Portugal:
1.090 elementos da GNR; 550 marshals; + de 300 bombeiros; + de 90 técnicos do INEM; + de 1.000 pessoas no staff das equipas participantes; + de 500 postos de trabalho na Exponor; 8.500 pessoas credenciadas; 7.000 viaturas credenciadas; 50 camiões com equipamento de logística; 80 camiões das equipas participantes; 36 pontos de aterragem de helicópteros; 1 posto médico na Exponor; 2 helicópteros “eye in the sky”; 1 helicóptero médico; 19 classificativas; 40 Zonas Espetáculo; 140 km de rolos de manga; 50 km de rolos de rede; 16.000 estacas; 8.500 placas de sinalética; 59 pontos de rádio; 12 reboques ACP; 14 viaturas de combate a incêndio; 13 ambulâncias em permanência; 250 viaturas da organização.
PODE CONSULTAR O MAPA INTERATIVO DAS ZONAS DE ESPETÁCULO, AQUI.













