O CEO da Alpine Laurent Rossi lançou duras críticas à performance da sua equipa, afirmando mesmo que os resultados não são aceitáveis e acusou a equipa de amadorismo.
Em entrevista ao Canal+ antes da sessão de qualificação do Grande Prémio de Miami – Pierre Gasly alcançou o quinto tempo mais rápido e Esteban Ocon o 8º – Rossi explicou que a equipa iniciou a temporada com falta de performance e rigor na execução da sua estratégia, tendo como consequência a “classificação que não é de todo digna dos recursos que afetamos. Estamos muito longe – muito longe – do objetivo final do ano”.
Para o responsável da marca, os problemas que afetam a equipa de Fórmula 1 são profundos. “O que eu vejo é que, obviamente, há uma falta de desempenho e uma falta de rigor na execução”, disse Rossi. “Mas, potencialmente, há também um estado de espírito que não está à altura do que foi feito no passado por esta mesma equipa”.
A Alpine, que se viu envolvida num turbilhão de episódios fora de pista na temporada passada, tem feito um trabalho amador que leva a resultados menos bem conseguidos, segundo o seu CEO. “Não gostei dos primeiros grandes prémios porque havia muito, lamento dizê-lo, amadorismo. Isso levou a um resultado que não é bom, medíocre, mau. E depois, a última corrida, em Baku, foi demasiado parecida com a do Bahrein e isso não é aceitável. Temos o direito de cometer erros, é um princípio básico, mas temos de aprender com os erros”. Ainda sobre esta matéria, Rossi insistiu que quando a equipa comete um erro duas, “significa que não aprendemos e que não assumimos a responsabilidade e isso é que não é aceitável”.
A Alpine ocupa atualmente a sexta posição da tabela classificativa do mundial por equipas, enquanto Esteban Ocon e Pierre Gasly somam 4 pontos cada.











