Os novos carros foram pensados para melhorar o espetáculo e proporcionar mais lutas em pista, permitindo perseguições mais próximas. E se no ano passado se viram algumas melhorias, este ano parece que se esbateram com as interpretações dos engenheiros para os carros deste ano.
Lewis Hamilton é da opinião que as melhorias foram curtas e não chegaram ao que foi prometido:
“É o mesmo que no passado”, disse ele. “Penso que o ano passado, para nós, foi muito mau com o porpoising, porque temos a turbulência e os saltos, enquanto este ano não temos os ressaltos, por isso temos menos problemas a seguir aos carros. Penso que é um pouco melhor do que a geração anterior de carros. Mas não vimos as mudanças que nos foram prometidas, por isso temos de fazer algumas melhorias para fazer para o futuro”.











Dava-te jeito voltar ao passado não era ?
Concordo que as mudanças ficaram aquém do prometido (se tirarem DRS praticamente não há ultrapassagens) e que à medida que as equipas vão aprimorando estes carros, dificultem quem segue no ar sujo.
Acho que o problema não está nos carros mas nas promessas de revoluções.
É certo que não tem havido tantas ultrapassagens, conforme nos era “prometido”. Mas, a bem da verdade, os carros andam todos muito mais juntos do que alguma vez andaram. Isto foi cumprido e permite que o potencial de haver ultrapassagens possa existir. Já não há tanto várias terras de ninguém como antes. Até o segundo pelotão se aproximou dos que lutam pelo pódio. Por isso, eu particularmente, estou muito satisfeito com estes novos carros e com aquilo que trouxeram à F1, mesmo sendo ainda completamente um projeto embrionário que nem a meio da sua duração chegou, logo que ainda não… Ler mais »