George Russell foi mais forte no arranque da corrida do GP da Austrália e passou para a liderança do pelotão, enquanto o seu companheiro de equipa o imitava nas curvas seguintes e ultrapassou o polesitter Max Verstappen, ascendendo ao segundo lugar.
Até ao momento em que Alexander Albon bateu nas proteções do traçado, situação que originou a entrada do Safety Car e depois à interrupção da corrida, já depois da Mercedes ter mandado parar o piloto britânico, para o que naquela altura pensavam ser um pitstop ‘à borla’, a prova de Russell estava a ser surpreendente. Apesar de se queixar dos ataques do seu companheiro de equipa numa altura em que recebia ordens dos responsáveis para gerir os pneus (realçando que estávamos ainda numa fase muito prematura da corrida), o piloto britânico da Mercedes estava na liderança e cabia à Red Bull ter de arriscar. No entanto, depois da primeira paragem, tudo se perdeu. Depois de perder posições na classificação, porque com a bandeira vermelha todos os que estavam em pista à sua frente puderam trocar de pneus, e numa altura em que começava a recuperar posições, antecipando-se a discussão com Carlos Sainz, Pierre Gasly e Lance Stroll pelo quarto lugar, a unidade motriz da Mercedes decidiu não cooperar e deixar o piloto em pista, sendo obrigado a desistir.
Do pouco que se viu de George Russell na corrida, tudo o que fez, fez bem, mas foi ‘tramado’ pela paragem na box e pelo problema no seu motor que o deixou apeado.
Foto: LAT Images









