Toto Wolff admitiu que a Mercedes tem de caminhar numa nova direção em relação ao conceito do W14, afirmando que “a mudança tem de ser muito mais radical” e garantiu recentemente que não se devem tratar apenas de atualizações no carro “que nos possam dar dois ou três décimos” por volta. A Mercedes não tem que se preocupar mais com o ‘porpoising’ que os massacrou durante 2022, mas o ritmo do novo monolugar é muito mais baixo do que o Red Bull RB19 e o Ferrari SF-23, tendo sido ultrapassado em corrida pelo Aston Martin AMR23, inclusivamente. A equipa de Brackley passou da terceira força na temporada passada, para arrancar a época como a quarta equipa da classificação, com uma diferença maior para os líderes do pelotão, que ao que parece, não mostraram todo o potencial do RB19 no Bahrein.
“Tem sido feito no túnel de vento, mas não se trata apenas dos flancos ou do aspeto exterior do carro”, disse Wolff à ORF sobre o trabalho da sua equipa. “Temos de analisar os dados e decidir qual a direção a tomar”.
A maior dúvida é quando é que a Mercedes será capaz de apresentar aquilo que se espera ser uma versão B do W14. Quanto mais tempo andarão a “penar” os pilotos em pista? Wolff explicou ao Auto Motor und Sport que o limite orçamental não era um problema, mas será mesmo assim?









