Filipe Albuquerque e a Wayne Taylor Racing w/Andretti Autosport estiveram muito perto da vitória nas 24 Horas de Daytona, tendo o piloto português efetuado uma recuperação fantástica nas últimas horas da corrida. Quase fez um verdadeiro milagre, tendo vindo do quarto posto da classificação e duas voltas de atraso, para terminar a prova com 4.1s de diferença para o Acura ARX-06 #60. O resultado foi o mesmo da edição do ano passado, mas Albuquerque mostrou porque é um dos melhores pilotos da resistência mundial.
“Durante a paragem forçada [à noite] fizemos um pequeno ajuste no carro e durante a noite esteve brilhante, mas conforme o dia nasceu o carro estava muito difícil de pilotar. Tinha demasiada subviragem e quando entrei pensei que seria impossível e o quarto lugar teria sido bom”, afirmou Albuquerque na entrevista da IMSA Radio no final da corrida. “Mas nunca desistimos e continuamos a lutar. Estivemos tão perto [do primeiro lugar] e tivemos a vitória ao nosso alcance”.
O piloto português explicou que “como é outro Acura, obviamente não queremos bater”, justificando porque não tentou a ultrapassagem com outros argumentos mais ‘musculados’. Numa fase ainda prematura desta nova geração de protótipos, Albuquerque salientou que “penso que toda a equipa fez um trabalho fantástico, procuramos melhorar o carro durante a corrida, não correu bem, mas aprendemos muito e vamos usar isto no futuro”.
Fantástico trabalho do português, que disse estar “desapontado, como é óbvio, queria a vitória, mas ao mesmo tempo sinto que dei tudo de mim e do carro. Parabéns à Acura pelo 1-2”, concluiu.
Foto: Michael L. Levitt










