Depois de Stéphane Peterhansel abandonar, Carlos perder…um dia, hoje foi a vez de Mattias Ekstrom, que liderava a etapa 7 do Dakar, ter de parar com uma suspensão danificada resultante de um forte impacto numa pedra.
Há um ano, no final do Dakar, escrevia-se que se esperava mais da Audi em termos de classificação geral, mas o facto de Stéphane Peterhansel e Carlos Sainz terem perdido muito tempo, muito cedo na prova, deixou-os logo muito atrás e por isso não foi de estranhar que tenham sido Ekstrom/Emil Bergkvist (Audi RSQ e-Tron) os melhores da equipa, com o nono lugar.
Este ano, se calhar, nem isso. Depois do que sucedeu hoje. O resto é semelhante.
Os tais 11cv (8 kW) que a FIA e a ASO deram à mais à Audi, e que tanta polémica causaram, parece terem vindo ‘embruxados’ já que depois disso os Audi foram uma espécie de Titanic…
O carro do ano passado era rápido, mas apanhou as T1+ em fase inicial de desenvolvimento o que já não sucede este ano e o que se viu. Sainz ainda ganhou uma etapa, mas foi fogo fátuo (o Dakar ainda não acabou, ainda podem vencer mais pois têm ainda dois carros em prova), Peterhansel fez um 4º, 2º, 3º em etapas, Carlos Sainz 1º,3º,3º,2º e Ekstrom o melhor que fez até aqui foi um 6º.
Até hoje, Mattias Ekstrom estava em quinto, perto de Giniel De Villiers e não muito longe do degrau inferior do pódio, mas a partir de hoje será muito mais difícil atingir esse objectivo, bem como a Audi. Daqui para a frente, só ganhar etapas, que vale o que vale quando os restantes andam, na sua maioria a controlar andamentos…











