Apesar da FIA ter publicado o calendário definitivo do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 na semana passada, após aprovação em Conselho Mundial do Desporto Automóvel, e Portugal não constar como ronda de substituição do cancelado Grande Prémio da China, a publicação The Race admite hoje que as equipas ainda procuram uma solução para o interregno de corridas entre 2 de abril e 30 do mesmo mês do próximo ano, salientando que o Autódromo Internacional do Algarve se afigura como a opção mais credível.
Em declarações à Lusa sobre este tema, Ni Amorim, Presidente da FPAK admitiu negociações para Fórmula 1 regressar a Portugal ainda antes da sessão do Conselho Mundial da FIA e confessou que “Portugal está na linha da frente” para poder substituir a China no calendário de 2023, mas acrescentou que a Turquia também era candidata forte. Tal como sucedeu das outras duas vezes que a F1 veio a Portugal, em 2020 e 2021, há sempre a necessidade de ser feito um investimento, mas essa resposta ainda não existia na altura das declarações de Amorim: “Vai depender se há verbas para Portugal receber o GP. As taxas são caras, mas o retorno justifica o investimento”, afirmou o presidente da FPAK.
O jornalista Scott Mitchell-Malm da The Race, autor do artigo que aponta Portimão ainda como candidato forte a receber a Fórmula 1 em 2023, acrescentou que haverá fundos nacionais suficientes para avançar com o processo, classificando a possibilidade de um Grande Prémio em Portugal como “opção sólida”.
Oficialmente não houve qualquer prova para substituir o GP da China e para já, o calendário da Fórmula 1 é composto por 23 Grandes Prémios.











