A FIA anunciou o novo regulamento de unidades motrizes para 2026, tendo pouco depois sido oficializada a entrada da Audi na Fórmula 1 nesse mesmo ano, tendo muito interesse na nova geração de motores híbridos que vão montar os monolugares da disciplina. A entidade federativa tinha dado até 15 de novembro para a inscrição dos interessados na produção de unidades motrizes para 2026, mas a data limite foi ultrapassada sem que todos os atuais fabricantes se tenham inscrito. A data foi posteriormente adiada.
Rumores apontam para que a Ferrari, que tem passado por momentos turbulentos na sua gestão, ainda não se tenha inscrito, podendo haver divergência com os restantes fabricantes, em parte devido à Red Bull Powertrains ser considerada um novo fabricante e com isso ter algumas vantagens para os restantes. Há ainda a questão da Porsche e se vai entrar como fabricante de unidades motrizes ou noutro tipo de negócio.
O Presidente da FIA, Mohammed ben Sulayem, explicou que “houve um pequeno problema em relação à taxa de compressão e da pressão de aceleração, mas isto foi resolvido pelas equipas”. No entanto, o presidente da FIA salientou ainda que “quando há alguém novo [Audi], os antigos [fabricantes] resistirão sempre, e terão uma forma muito mais poderosa com a FIA para discutir, mas uma vez assinando um, depois o segundo e depois o terceiro, então as coisas serão concluídas”.












