A Red Bull voltou ao topo da F1. Oito épocas depois e aproveitando da melhor forma o arranque de uma nova era, a Red Bull conseguiu vencer os campeonatos de pilotos e construtores.
O arranque da época nem foi muito animador, com problemas de fiabilidade a complicarem a tarefa de Max Verstappen e Sergio Pérez, mas a Red Bull trabalhou bem e conseguiu evoluir o RB18 da melhor forma (especialmente retirando o peso a mais). A introdução da Diretiva Técnica 39 a meio da época tirou toda a vantagem do lado da Ferrari e a Red Bull dominou como quis a partir daí. Foram os melhores e por isso o título assenta-lhes bem. Construíram um carro com muito potencial e Adrian Newey voltou a fazer magia, entregando uma máquina forte que nas mãos de Verstappen se tornou insuperável. A equipa fez o habitual excelente trabalho, com boas decisões estratégicas e foi uma época quase perfeita para a Red Bull. Alguns (muito poucos) erros e especialmente as polémicas do limite orçamental e da convivência entre os pilotos no final do ano mancharam a temporada, mas já numa altura em que a Red Bull tinha os títulos no bolso. Não será fácil levar a melhor sobre uma estrutura que funciona tão bem e de forma tão coesa na sua globalidade. São poucos os pontos fracos de uma equipa que manteve a sua estrutura mesmo durante uma fase menos positiva e soube sempre trabalhar muito bem. Esta Red Bull ameaça com uma nova era de domínio e apenas a Mercedes parece ter força (para já) para impedir isso. Foi uma época brilhante da Red Bull, com um nove a roçar o 10.
Red Bull – Nota 9 (de 0 a 10)
Ponto Forte – A coesão da equipa e o trabalho soberbo de Adrian Newey
Ponto Fraco – A propensão para a polémica que poderiam ter desestabilizado a equipa











