Depois da morte de Dietrich Mateschitz o grupo Red Bull sofreu uma esperada reestruturação na sua gestão, passando a sociedade a ser gerida por um conselho administrativo composto por 3 diretores, Franz Watzlawick (CEO para o negócios das bebidas), Alexander Kirchmayr (diretor financeiro) e Oliver Mintzlaff (CEO para outros projetos e investimentos), estando sob a alçada deste último a aprovação de alterações na Red Bull Racing, incluindo a nova divisão de unidades motrizes – Red Bull Powertrains – e a equipa, AlphaTauri. Foram levantadas algumas questões, um pouco antes ainda do falecimento de Mateschitz e que ganharam mais relevo desde essa altura, sobre a possibilidade da Red Bull vender a equipa baseada em Itália, a antiga Minardi, apesar de esta ser importante para toda a operação da equipa de Milton Keynes.
Em declarações à publicação alemã Auto Motor und Sport, Helmut Marko explicou que irão existir mudanças em toda a empresa Red Bull.
“Certamente muita coisa vai mudar”, disse Marko. “Mas a Red Bull Racing é a ferramenta de marketing mais forte e mais eficiente do grupo. Trabalhamos de forma muito independente no passado. Fomos os únicos que não tivemos de seguir certas regras da empresa. Esta autonomia existiu com o consentimento de Mateschitz, mas já se soube que a nova direção quer continuar as atividades da Fórmula 1 como até agora, com uma independência relativamente forte”.
Marko salientou que a situação da AlphaTauri dentro do grupo é segura e diz que o foco é criar um ambiente mais competitivo. “O grupo está a sair-se bem. Não há necessidade de um ponto de vista financeiro vender a equipa. Há antes uma necessidade de trazer a equipa de volta a um nível mais elevado em termos desportivos”.
Em 2023, a AlphaTauri vai ter aos comandos dos seus monolugares o estreante Nyck de Vries e Yuki Tsunoda, que vai para o seu terceiro ano na Fórmula 1.











