A maior questão dos últimos dias na Fórmula 1 é qual a sanção que a FIA vai aplicar à Red Bull por ter excedido o limite orçamental na época passada ou se vão chegar a qualquer acordo, como aconteceu noutras alturas por outras infrações.
A pressão para a Federação Internacional do Automóvel aplicar uma sanção severa tem crescido, incentivada pelos rivais da Mercedes e Ferrari. No entanto, também fora dos intervenientes há quem peça à FIA mão pesada, como é o caso de Martin Brundle, antigo piloto e comentador de F1 na Sky.
“Temos que deixar claro que têm que manter o limite de gastos ou ficar abaixo dele, caso contrário, tem de doer”, disse Brundle na análise na Sky, acrescentando: “Vamos ver se a FIA quer ser dura no primeiro ano”. Acima de tudo, a “transparência” é importante, segundo o antigo piloto, que considera “dececionante” que a FIA não tenha anunciado na altura da publicação dos resultados uma penalização à Red Bull. “Estamos a falar da temporada de 2021, não desta”, lembra Brundle, que salienta ser necessário saber rapidamente quais são as “consequências” do não cumprimento do regulamento financeiro.
Na sua opinião, o teto orçamental funciona “se for controlado e as penalizações forem claras e severas o suficiente”.











