Com o adiamento da FIA para a publicação dos resultados da análise financeira das 10 equipas da Fórmula 1 para segunda-feira, a polémica sobre a alegada infração de duas equipas do limite orçamental continua a dar que falar no paddock.
Quando questionado sobre este tema, o CEO da McLaren em Bathurst, na Austrália, deixou claro que considera o limite orçamental muito importante para a Fórmula 1. Foi um desafio desenhar e aprovar o regulamento financeiro na Fórmula 1, por isso é “crítico”, segundo Brown, que seja controlado como acontece com o regulamento técnico, tendo de existir penalizações para quem não o faça.
“O limite orçamental é crítico e temos de nos certificar de que é aplicado [e] se alguém tiver infringido, as sanções apropriadas, não apenas financeiras, mas desportivas e técnicas, devem ser aplicadas”, disse Brown depois de salientar que apenas conhece o que tem vindo a público pela imprensa. “Se se contornarem as regras do regulamento técnico ou desportivo, sofrem-se penalizações, e no financeiro devem acontecer o mesmo. Porque se alguém gastou em excesso, então isso dá uma vantagem injusta em pista, e tem de ser tratado de forma firme e rápida”.
A FIA deveria ter emitido os certificados às equipas que cumpriram o limite orçamental na quarta-feira, mas acabou por anunciar o adiamento para segunda-feira após o Grande Prémio do Japão.










