As preocupações foram generalizadas que as oscilações dos monolugares de 2022 seriam um problema no regresso da Fórmula 1 ao circuito citadino de Marina Bay. Apesar de ter sido o piloto mais rápido na primeira sessão de treinos livres e um dos protagonistas da primeira metade do segundo treino, Lewis Hamilton queixou-se das oscilações sentidas, e que comprovamos nas imagens da transmissão televisiva, no seu W13.
“Não estivemos tão bem na segunda sessão”, disse Hamilton após o primeiro dia do Grande Prémio de Singapura. “O carro está como está e anda aos saltos como louco, mas não parece que este fim de semana estejamos muito longe [da Red Bull e Ferrari]. Ainda estamos provavelmente a um segundo ou algo do género, mas temos de continuar a trabalhar”.
Sobre o que pode ser feito no carro para que o piloto não sinta tanto as oscilações, o britânico admite que pouco podem fazer, mas que a equipa vai tentar alterar alguns parâmetros da configuração para o dia de amanhã, visto que George Russell encontrou algumas soluções no segundo treino que melhoraram, inclusivamente, o seu tempo em relação à sessão da manhã.
O GP de Singapura foi descrito como a corrida mais dura do calendário por vários pilotos e explicando os desafios enfrentados, Hamilton acrescentou que se sentiu “um pouco desidratado depois daquela sessão e muito quente, mas o maior problema não é tem a ver com o componente físico, foi literalmente o facto de se estar a saltar tanto que tive uma dor de cabeça o tempo todo e esta é uma pista muito irregular”, concluiu.










