Armindo Araújo vai para o Rali da Água-CIM Alto Tâmega com fortes hipóteses de chancelar já o seu terceiro título em cinco anos, ainda que vários pilotos ainda possam ser, matematicamente, campeões.
Numa temporada em que tem sido extremamente regular – este é mesmo o seu ano mais regular desde que regressou em 2018 – seria quase necessária uma hecatombe de resultados para que não chegasse ao título. Resumidamente, até pode ser quarto classificado no Alto Tâmega, se vencer a Power Stage, são indiferentes os resultados que façam os seus adversários. Com um lugar no pódio, nem sequer precisa dos pontos da Power Stage. Pode festejar de imediato.
A isto, ainda temos que juntar outros dados, que não têm a ver com a matemática, mas sim com a lei das probabilidades. Quem está em melhores condições de bater Armindo Araújo no campeonato, Miguel Correia, fez dois terceiros lugares nas duas provas de asfalto realizadas, bons resultados, mas muito curtos para poder bater Araújo, caso este tivesse provas muito abaixo do esperado.
Mas como todos bem sabemos, ralis são provas em que muitas vezes sucedem situações inesperadas, há imensos exemplos, e por isso mesmo o melhor é olhar para o decorrer da prova e fazer contas mais em cima da ‘jogada’.
Se a prova correr menos bem a Armindo Araújo, o título decide-se na última prova, na Marinha Grande.











