Tal como no GP de França, os compostos de pneus escolhidos para o GP da Hungria pela Pirelli foram os C2, C3 e C4.
A prova em Hungaroring costuma ser extremamente quente e seca – a temperatura da pista durante os treinos livres no ano passado atingiu um pico de quase 60 graus – mas a realidade é que choveu mesmo antes da corrida durante as duas últimas épocas na Hungria. No ano passado, o que levou a uma recomeço estranho após um incidente na primeira curva, quando Lewis Hamilton foi o único piloto a arrancar da grelha de partida com pneus intermédios, enquanto todos os outros pilotos entraram no pit lane para trocar o mesmo composto por pneus slicks.
Mario Isola, da Pirelli, explicou que “no passado, Hungaroring era uma pista onde era difícil ultrapassar, mas os novos carros e pneus deste ano ajudam os pilotos a ficarem muito mais próximos. É por isso que vimos algumas grandes corridas nesta temporada com muitas manobras de ultrapassagem. Espero que isso também aconteça em Hungaroring”, concluiu o responsável.












