Esapekka Lappi regressou na Sardenha, onde precisava de um bom resultado, depois do pódio na Suécia e do azar na Croácia. Liderava o rali, mas um azar em que os ralis são pródigos, atirou-o para fora de prova: “É muito difícil de aceitar, senti que não estávamos a correr riscos no troço, não estávamos, mas naquele local, provavelmente devia ter travado menos pois havia uma pedra na trajetória que nos tirou completamente da linha , não muito mas naquela zona, 30 cm era demais. Batemos na pedra e isso empurrou-nos para a direita, batemos e projetou-nos para a esquerda onde voltámos a bater duas vezes, e tocámos inicialmente se eu tenho travado menos a frente estaria mais alta e acho que iríamos sobreviver, mas foi assim, é muito difícil de aceitar neste momento, não estávamos a forçar, mas é o que é…”, disse Lappi que do mal o menos, pois já percebeu que pode lutar na frente. O que menos precisava era este azar.











