Sergio Pérez terminou o GP de Espanha com um sabor amargo e não escondeu a sua frustração. Ainda no carro, depois de ouvir a mensagem do seu engenheiro de equipa, o mexicano disse que tinham de falar, possivelmente sobre a equipa não permitir que passasse por Max Verstappen numa altura em que estava claramente mais rápido que o seu companheiro de equipa e George Russell.
Sobre o resultado, Pérez apenas respondeu a Pedro de la Rosa que ficou perto da vitória “mas no final foi um bom resultado”.
Quando questionado sobre a não permissão da ultrapassagem ao seu companheiro de equipa, Pérez escudou-se no argumento da estratégia e da escolha de pneus.
“Na altura estávamos com estratégias de pneus diferentes e deixei passar o Max no início e depois pensei que podia passar e não perder segundos cruciais para a minha estratégia funcionar, mas no final foi um bom resultado”, disse.














Irónico que um resultado tão bom para a equipa seja tão negativo para o aguadeiro, perdão “piloto”.
Pois foi bom para a equipa mas não para ti, que acabaste de perceber que és o 2° piloto por isso nada mudou, não vale a pena pensares que podes ter chance de lutar pelo titulo mundial de pilotos, o teu único titulo pelo qual vais lutar e provavelmente ganhar vai ser o de construtores.
E essa a condição que a Red Bull te contratou, para seres o “segurança“ do Max.
Ah e se não aceitares esta condição entra outro no teu lugar, isso para o Marko é como beber um copo de agua.
Caso houvessem dúvidas de qual é o papel do aguadeiro wingman. Para isso o têm em contratos de um ano, agora vai levantar ondas, como se ouviu na rádio no final por não estar contente com a estratégia e o Horner, Marko e Jos mostram o contrato e dizem “pois, mas no final do ano se quiseres cá estar é o que há”. E ele que remédio. A menos que comece a bloquear Max quando dizem para deixar passar, não vai ter grandes hipóteses. E curioso que o coro de choronas que acusava de tudo e mais alguma coisa a… Ler mais »