Os portugueses em prova têm duas ‘missões’: Os que estão inscritos no CPR, lutam pelos pontos do campeonato. Depois se verá os que continuam em prova, quando terminar o dia de sexta feita e a prova reservada ao CPR, e no final do rali saber-se-á quem é o melhor português.
Para além da conquista da sempre prestigiante posição de “melhor português”, o desafio principal passa por ser o mais rápido no conjunto das nove provas especiais que totalizarão a primeira etapa, que marcará o desfecho das ‘hostilidades’ da competição portuguesa.
Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia R5 Evo) partem como líderes do campeonato, mas vão contar não só com a forte oposição das duplas oficiais do Team Hyundai Portugal, Bruno Magalhães/Carlos Magalhães e Ricardo Teodósio/José Teixeira (ambos em Hyundai i20 N Rally 2), como também da rapidez da Miguel Correia/Jorge Carvalho (Skoda Fabia R5 Evo), a formação que se tornou, no Rally Terras d’Aboboreira, a mais recente vencedora do CPR, bem como de José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroën C3 R5), certamente também com uma palavra a dizer na luta pelo triunfo.
Para acompanhar com todo o interesse serão também duas competições monomarca: a Peugeot Rally Cup Ibérica, disputada com os Peugeot 208 Rally 4, e a Toyota Gazoo Racing Iberian Cup, com os Toyota Yaris GR.












