Tem sido uma constante ao longo dos últimos meses. A Libety Media com cada vez mais apetite para novas pistas e com vontade de aumentar o seu calendário, do outros pilotos e equipas contra a ideia. Desta vez foi Sergio Perez que se mostrou contra o aumento do número de provas por ano, admitindo que poderá sair da F1 se os calendários incluírem mais provas:
“É ótimo que a Fórmula 1 continue a desenvolver-se e a crescer”, disse o mexicano ao The Athletic. “Podemos vê-lo onde quer que vamos – as pessoas começam a reconhecer-nos na rua cada vez mais vezes. Mas se houver demasiadas corridas, será mau”. Pelo menos para mim. Neste momento estamos constantemente imersos em trabalho, porque há muitas corridas. Simplesmente não temos tempo suficiente para estar com as nossas famílias. Eu pessoalmente tenho dois filhos. Penso que se o calendário se expandir ainda mais, definitivamente já não vou competir na Fórmula 1″, avisou Pérez.










Pode ser já…
O Max, o Leclerc, o Norris e o Russel ainda não fizeram nenhum “ultimato” desse tipo… por isso devem continuar… e eles é que são o futuro próximo da F1… este é apenas um figurante…
Figurante?? Não deves ter visto quem está à frente de LH e MV no campeonato…De facto não deves andar muito atento…
https://www.autosport.pt/formula1/f1/lando-norris-uma-semana-entre-corridas-nao-e-suficiente/
E tu não deves saber ler… o Norris não disse que se ia embora…
Sim…figurante… nunca mostrou que estava ali um campeão em potencial…
PS – o Perez chega (e mantem-se) à F1 com os dollares do Carlos Slim… informa-te como é que o Slim “fabrica” os seus dollares…
PS – eu sei que não sou “suficentemente” atento… nesse aspecto, os ignorantes são muito melhores….
Leio de certeza melhor do que tu fazes previsões sobre conceitos da MB que “vão arrasar a concorrência”… Pérez disse que saía se houvesse “mais corridas” e Norris disse que as que há já são demais…se fizeres um esforço pode ser que percebas a mensagem dos dois pilotos…isso de reduzir a carreira do “mero figurante” Pérez na F1 ao dinheiro do Slim mostra bem que a desatenção aliada à ignorância não é uma boa combinação…
Pois… mas a questão não é a “mensagem”… é a atitude…
Soa um pouco a “ameaça”… e ele é muito “insignificante” no mundo da F1 para fazer ameaças…
E relativamente à mensagem… quantos jogos fazem os jogadores de futebol por época? chegam a fazer mais de 60… achas que o sr. Perez não pode fazer mais de 23 corridas?
Para simpatizares com a “mensagem” do Perez é porque deves ser um inerte…
Apenas disse que se ia embora, está no seu direito e ninguém tem nada a ver com isso, essa do Futebol…tem tudo a ver…além do mais esses 60 jogos devem ser em 60 países diferentes como as corridas de F1…inerte mesmo parece ser o teu cérebro…
“Apenas disse que se ia embora, está no seu direito e ninguém tem nada a ver com isso”
Pois… eu disse que ele podia ir já (e estou no meu direito, lol) e ninguém tem nada a ver com isso… o sr. nem sabe argumentar… parece que estou falando com um “bêbado”…
Falas de saber argumentar depois de teres dito uma série de imbecilidades, não contente com isso, comparas pilotos de f1 com jogadores da bola…🤦Não, não estou “bêbado”, mas se estivesse a bebedeira passava, o mesmo não se pode dizer da tua estupidez…
Sim… saber argumentar… é apontar razões… não é adjectivar o que os outros dizem…
E o que tu fazes é adjectivar… não consegues mais…
Não dá para ter uma discussão racional da coisa… e acabo por fazer a mesma “tolice” que tu…
Esta questão resolvia-se muito facilmente, e tomando como exemplo as 23 corridas previstas para este ano; cada piloto titular faria apenas um máximo de 18 provas sendo substituído pelo 3º piloto da equipa em cinco provas. Num exemplo prático e pegando na Alpine: Alonso e Ocon fariam 18 provas, Piastri substituiria cada um deles em cinco provas, deste modo Piastri chegaria ao fim do ano com 10 provas realizadas, que não sendo o ideal, seriam mais 10 do que é suposto fazer. Deste modo evita-se também que um piloto que esteja impossibilitado de correr (covid etc.) fique prejudicado na luta… Ler mais »
Não é uma ideia descabida, mas não me parece que fosse aceite pela generalidade dos pilotos. No passado já tivemos uma situação levemente semelhante, quando só contavam os melhores 11 resultados em 16 corridas.
Como é que seriam escolhidas as corridas em que os titulares estariam ausentes? E no caso de falta de fiabilidade no início do ano, não sairia o piloto ainda mais penalizado? (Estou a imaginar Verstappen, com este início de ano e ter de falhar cinco corridas…)
Aqui os pilotos não teriam que aceitar nada, seria igual para todos. Essa escolha de provas seria feita pela equipa e pelo piloto consoante os seus interesses e a fiabilidade do momento teria que ser tida em conta. Vettel por exemplo não teve hipótese de escolha este ano e caso estivesse a lutar pelo campeonato teria hipótese de recuperar, pois os pilotos que tivessem feito as três provas ainda teriam que ficar de fora 5 enquanto o alemão só teria que “descontar” 3. Actualmente há muitas corridas e o “bolo” dá para todos, gostava de ver Fittipaldi a guiar o… Ler mais »
Tirando Buemi, também gostaria de ver esses pilotos com um F1 nas mãos.
A equipa não é constituída só pelos pilotos, toda a gente envolvida tem vida para lá das corridas. Até se poderia por um piloto a correr no lugar do outro mas substituir mecânicos já envolve mais gente e com o novo tecto orçamental as equipas foram forcadas a reduzir staff.
E? Estamos a falar de pilotos, e titulares são apenas dois. O resto da equipa também pode ir fazendo alguma rotatividade, não? Será algo assim tão impossível? .
Certo, mas o que o Pérez disse foi que não correria mais se o calendário aumentasse, ou seja, mais do que 23 corridas. Como disse, os pilotos até poderiam rodar mas os mecânicos e engenheiros são sempre os mesmos
E os mecânicos actualmente alternam entre fábrica e pista por isso já estão a fazer rotatividade e não podem ser mais devido ao limite orçamental
Exacto.
Ideia original (creio) e interessante. A questão é que teria de ser estendida a todas as funções da equipa de corridas, pois mecânicos, engenheiros, etc. tb têm as suas vidas. Mas valeria a pena desenvolvê-la, podia ser uma resposta ao que eu tanto reclamo de renovação.
Pensei nisto após o GP de Shakir 2020, Russell a substituir LH, Aitken no lugar de Russell, e Fittipaldi no lugar de Grosjean. Acho que funcionou, foi giro ver Russel lutar com Bottas, ver pilotos novos, ver alguma mudança e acho que esa rotação ia mexer com o desporto. Além do mais se se conseguisse ter o 3º piloto a guiar no seu GP caseiro, por ex. Fittipaldi ao volante do Haas GP do Brasil ou o Herta num Mclaren num GP nos EUA iria dar ainda mais destaque à prova.
Que moral o Perez está, se ele quer ir que vá, só fazem falta os que estão,.. mais corridas? Eu gosto de F1 por isso se houvesse corridas todos os fim de semana por mim era fantástico, claro que não é possível mas acho que o atual numero de corridas está bem.
Pois Pérez que se prepare que no futuro vai haver um GP todas as semanas do ano (atenção, literalmente toda a semana) e a estrutura vai ser assim: Segunda: mini qualificação para os patrocinadores, vai chamar-se algo estilo “mini-race by something something powered by whatever” Terça: mini corrida sprint de 50 voltas (ah sim, esqueci-me de referir que a sprint race passa a ter 100 voltas e o GP 300 voltas, um pequeno ajuste por causa do espectáculo e assim). Quarta: mini corrida de 150 voltas Quinta: a FIA dá descanso aos pilotos fazendoos correr numa mini-mini corrida de “apenas”… Ler mais »
Talvez o conceito de equipa A & B seja o caminho, sempre se aproveitaria alguns GP para testar novos pilotos e novas soluções.