Para bom entendedor, meia palavra basta: Otmar Szafnauer disse publicamente que as equipas de F1 não podem ser dirigidas por “dois Papas”. Como se percebe, Lawrence Stroll, ‘patrão’ da equipa, sempre esteve muito envolvido na tomada de decisões de operação da Aston Martin, e a entrada de Martin Whitmarsh não deve ter ajudado muito à permanência de Szafnauer, que bateu com a porta: “Como me disse um amigo meu, a igreja católica só tem um Papa. E quando se tem dois papas, não funciona, não está correto. Por isso penso que era altura de partir e deixar Aston Martin ao seu único Papa, e agora vou tentar ajudar a Alpine o melhor que puder.
Todos têm um ‘dono’, todos têm um chefe, por isso, essa parte não é difícil. Mas o dono e chefe que eu tinha antes não delegava de todo, deixando-me completamente entregue a ele”, disse Szafnauer à F1 TV.
Com isto, ficamos a saber que as coisas na Aston Martin não foram tão fluidas como necessário, e pelos vistos o problema, mantém-se, mas se ficamos a perceber que Otmar Szafnauer. Não temos a certeza que fique muito bem esta ‘bicada’ agora, especialmente que já está noutra equipa.











Já imaginava que assim fosse… e dá sempre o mesmo resultado…
É uma postura comum dos “patos bravos”… são sempre uns “campeões”… A F1 é um ambiente onde é preciso ter conhecimento técnico para “estar no terreno”… não é para “douchebags”…
Ó homem, isso é português?
Nada de novo. É aquilo que eu pensava. Otmar não parece ser o tipo de pessoa para aturar tretas de ninguém, por mais “low-profile” que seja o seu estilo de gerência.
Mas olha, perdeu a Aston Martin, ganhou a Alpine. Acredito que com Otmar a Alpine irá crescer, porque ele sabe o que faz. Ainda por cima agora com orçamentos limitados, ele é uma grande mais-valia.