Kevin Magnussen foi o piloto escolhido para substituir Nikita Mazepin na Haas, numa altura em que o dinamarquês iria continuar o seu programa na resistência, fazendo a estreia pela Peugeot no seu Hypercar no Campeonato do Mundo de Resistência (WEC).
Para o piloto, a vida fora do pelotão da Fórmula 1 estava a correr bem e já tinha fechado a porta a um regresso à disciplina.
“Estava num lugar feliz quando Günther [Steiner] me ligou, num bom lugar”, disse Magnussen. “2021 foi realmente agradável para mim, tive uma filha, mudei-me para a Dinamarca, fiz uma temporada no IMSA que também gostei muito, diverti-me, fiz uma corrida de IndyCar, fiz Le Mans com o meu pai, por isso não estava realmente a pensar muito em F1. Aceitei verdadeiramente que a F1 era um capítulo fechado, mas depois, claro, vi que o Mazepin estava fora de Haas, pensei que não tinha hipótese de voltar porque ainda não trago muito mais do que apenas as minhas capacidades de condução para uma equipa, por isso pensei que ainda não ia ser uma possibilidade”.
Magnussen tinha insistido que não tinha interesse em regressar à Fórmula 1, a não ser numa equipa para vencer corridas, no entanto regressou pela Haas que ainda não deve estar nesse patamar. Sobre isso, o dinamarquês respondeu: “Não sei, mas mudei de ideias. Muito rapidamente! Penso que uma coisa é dizer todas essas coisas quando não se tem a oportunidade de voltar à F1, depois quando se tem essa oportunidade é diferente”.










