Produzido pelas mesmas empresas que tinham já conduzido um estudo do género sobre os circuitos, foi apresentado o resultado do “Sustainable Championship Index”, depois de analisados 106 campeonatos do desporto motorizado.
Depois de avaliados os impactos ambiental, social e da gestão de cada campeonato, mais o seu envolvimento com diferentes intervenientes, o campeonato do mundo FIA de Fórmula E teve 79 pontos em 100, seguido do campeonato do mundo FIA de Fórmula 1, que se ficou pelos 60 pontos. O relatório explica que o lugar da F1 no índex foi “um pouco mais surpreendente” do que o de Fórmula E liderar o ranking.
Seguem-se o MotoGP em terceiro, com uma pontuação de 60, à frente do Extreme E e da taça do mundo de carros de turismo da FIA (WTCR) e da NASCAR.
Cristiana Pace, membro da comissão sobre ambiente e sustentabilidade da FIA, explicou que este relatório, “para além de mostrar os esforços de séries como Fórmula E, F1 e MotoGP, o relatório também destacou como algumas categorias têm muito espaço para melhorias. No total, 72 séries caíram para o fundo do ranking com uma pontuação baixa – incluindo a Fórmula 2, a Fórmula 3, o DTM, o IndyCar e o IMSA”.











