A Hyundai começou mal o WRC 2022, apenas com com Thierry Neuville/Martijn Wydaeghe (Hyundai i20 N Rally1) a terminar o rali em sexto sem grandes ‘fogachos’. Entre os seus três pilotos, apenas uma vitória em especiais, e muitos problemas durante o rali para resolver em Alzenau. Muito frustrante para os três pilotos, que também cometeram erros, como foi o caso de Oliver Solberg, que saiu de estrada quando era décimo.
Para o Diretor de Equipa, Julien Moncet: “Foi definitivamente um rali duro para nós. Estou desapontado por toda a equipa que tanto trabalhou, os que estiveram no rali e na fábrica. Temos de reagir.
De um ponto de vista desportivo, não estou satisfeito porque estamos aqui para ganhar, e o resultado não está de acordo com as nossas expetativas.
No entanto, conseguimos verificar muitos sistemas no nosso Hyundai i20 N Rally1, e há sempre coisas boas para tirar mesmo dos momentos mais difíceis. Quando o carro rodou sem problemas, pudemos mostrar alguns momentos competitivos, pelo que eu sei que o ritmo está lá. Só temos de resolver os nossos problemas o mais rapidamente possível”, disse Moncet, que detalhou melhor a evolução do rali dos seus pilotos: “Não começámos bem, mas temos de estar orgulhosos de nós próprios por termos levado três carros para o início do rali”, começou por dizer, deixando logo claro que o trabalho na fábrica no último ano foi muito complicado: “é claro que teríamos gostado de ter um melhor desempenho, e ficámos logo a saber que temos muito trabalho a fazer. Novos regulamentos e um carro novinho em folha, por isso estivemos sempre a aprender.”
“No segundo dia, uma montanha-russa com altos e baixos que tivemos de ultrapassar. O positivo é que uma vez resolvidos todos os nossos problemas, o carro é competitivo. Estabelecemos alguns bons tempos em troços, o Thierry teve alguns problemas com o e-kit, do ponto de vista do hardware, que temos de analisar.
No sábado, tivemos muitas questões nos três carros, que podem acontecer nos primeiros ralis de uma nova temporada. Nesse dia o Ott (Tanak) teve danos na frente que o levaram a abandonar e o Thierry teve um problema com um amortecedor. Já no carro do Oliver (Solberg), tivemos uma recorrência de fumos a entrar no cockpit, o que levou ao seu abandono”, disse.
Como se percebe, a equipa de Alzenau começa claramente na cauda do pelotão, ams pelo menos agora há um mês até ao Rali da Suécia e depois, quase dois até à Croácia, pelo que, do mal o menos: há tempo para trabalhar no carro.












