Obviamente que não são coisas comparáveis, quando mais não seja porque passaram 36 anos, mas esta 50ª edição do Mundial de Ralis de 2022, tem dois pontos importantes de ligação dos novos Rally1 aos Grupos B de 1986: O chassis tubular ‘spaceframe’ está de volta pela primeira vez desde que terminou a era dos Grupos B, e também regressam as potências de 500 cv.
Os novos Rally1 tem 516 cv (380cv + 100 kW) enquanto os Grupos B tinham potências ‘oficiais’ de 450 cv, provavelmente um bom bocado acima disso, especialmente o Audi.
Portanto, e apesar dos Grupos B terem lá a potência sempre disponível, o que não sucede com os Rally1, em que vai haver apenas alguns momentos em que vai ser possível utilizar toda a potência disponível, espera-se uma temporada muito interessante, até porque com a saída de Sébastien Ogier a tempo inteiro vai haver muita luta pelo poleiro deixado vago pelo francês.










