Sebastien Loeb/Fabian Lurquin (BRX Hunter/Prodrive Bahrain Raid Xtreme) terminaram no segundo lugar, o que é mais uma subida de degrau do francês face a um futuro triunfo no Dakar. Foi também segundo em 2017 com a Peugeot, no seu segundo Dakar, terceiro em 2019 novamente com a Peugeot, e pelo que se viu este ano já não restam muitas dúvidas que Loeb um dia vai vencer o Dakar.
Nesta prova fez o que podia, pressionou até onde pode, e o facto de não se ter excedido prova que já sabe até onde pode ir no Dakar. Mais vale um segundo lugar que novo abandono: “O segundo lugar é bom, mas a certa altura não parecia possível, quando tivemos um problema na terceira etapa, mas finalmente mantivemos o segundo lugar e pressionamos bastante para tentar apanhar o Nasser, mas ele fez uma corrida perfeita e portanto não foi possível chegar mais à frente.
O carro este bem, a parceria com o Fabian (Lurquin, novo navegador) foi realmente boa e tudo esteve bem, mas a diferença era demasiado grande para recuperar. Seja como for, ser segundo no evento mais difícil do mundo é um grande feito pelo que não há nada para nos envergonharmos. Os carros estão hoje com andamentos bastante próximos todas as equipas estão a um bom nível, há muito mais carros a lutar na frente do que em outras provas. Por isso é difícil fazer grandes diferenças, recuperar tempo”, disse Loeb.












