A primeira etapa do Dakar ficou desde logo marcada por muita polémica com a navegação. Carlos Sainz, piloto da Audi, foi o piloto que mais se insurgiu, e o que mais perdeu, também, ao ceder mais de duas horas. Arrasou a ASO, de quem diz ser uma vergonha criar condições para que no segundo dia de prova tanta gente se perca num waypoint, que deixou no ar ter sido mal marcado… propositadamente. “Devemos ser todos muito estúpidos”, disse.
David Castera, diretor de Prova disse que “era uma nota muito simples, eles tinham que ‘seguir a pista principal’ e foi aí que muitos se enganaram (…) mas é sempre assim, uns acertaram outros não (…) era igual para todos. A nota não estava errada, quanto muito não era suficientemente clara”, disse Castera.
Na altura, a Audi deixou no ar a hipótese de protestar, alegando erro de road book, na tentativa de ser devolvido a quem perdeu, o tempo que lá ‘deixaram’, mas a Audi já decidiu que não vai recorrer, embora insista que o road book não estava correto.
O Audi tinha 24 horas a partir da publicação oficial dos resultados da Etapa 1, pois a equipa não sentiu que tivesse um ‘caso’ forte para protestar.












