Chegou finalmente 2022, e a revolução na F1. É a partir deste ano que a nova F1 se começa a mostrar ao mundo com uma nova filosofia para os carros, além da nova governação e distribuição de dinheiro que também começará a fazer-se sentir de forma mais vincada este ano. E é por causa disso que James Key não acredita que as equipas vão arriscar muito ao nível dos conceitos a apresentar este ano em pista.
Segundo o diretor técnico da McLaren, as equipas não deverão arriscar muito, pois o limite orçamental não permitirá colocar no carro tudo o que pretendem, pelo que veremos uma evolução gradual, época a época:
“Dezembro é um período stressante para as equipas e para a FIA porque têm de lá estar e fazer todos os testes”, disse o chefe técnico da McLaren, segundo o motorsport-total.com. “Mas com o limite do orçamento e um carro completamente novo, não se as equipas vão necessariamente arriscar muito. Talvez em 2023 ou 2024, quando tudo estiver um pouco mais preparado e estivermos habituados ao nosso novo ambiente”.
Key mostra aqui uma possível abordagem cautelosa da McLaren este ano em que, por causa do limite orçamental, a equipa não irá arriscar por caminhos mais ambiciosos que levem a becos sem saída e que se tornem demasiado caros de desenvolver. Por esta lógica, deveremos ver as equipas a apresentarem uma primeira versão de base, sobre a qual a evolução irá sendo feita ao longo das próximas épocas. O interessante será ver que via as equipas irão tomar, sendo que umas poderão apostar na evolução de diferentes componentes ajudando a promover alguma diferenciação entre os carros (que não deverá ser muito visível). Será uma forma diferente de evoluir os carros para as equipas grandes, um processo mais familiar para equipas médias e pequenas.










