O êxodo das marcas alemãs da Fórmula E tem enfraquecido o campeonato e se a saída da Audi e até da BMW se entende, pois a sua ligação com o campeonato já era longa, no caso da Mercedes mais dúvidas surgem, especialmente do lado de Alejandro Agag, chefe da Fórmula E.
Numa entrevista à Motorsport TV, Agag reconheceu que não entende o motivo da saída da Mercedes:
“Não consigo compreender a decisão. Eles estão a vender cada vez mais carros elétricos, vão deixar de vender carros de combustão no Reino Unido em 2030. Voltarem às corridas de combustão, talvez seja ‘a última dança’. Querem desfrutar destes últimos anos a queimar combustível e depois, em 2030, talvez voltem às corridas elétricas. Provavelmente, antes disso. Mas não consigo compreender a decisão, mas não é um problema”.
“Temos outros fabricantes a entrar muito em breve. Temos equipas independentes fantásticas. É preciso preparar os campeonatos apenas com equipas independentes. A Fórmula E está em grande forma”.











