Kimi Raikkonen igual a ele próprio: o finlandês diz que não sente emoções especiais, excepto talvez impaciência à medida que a sua carreira de Fórmula 1, a mais longa de sempre da história da Fórmula 1, chega ao fim.
Depois de um título mundial em 2077 e 21 triunfos em Grandes Prémios, Kimi Raikkonen continua como sempre foi, um Iceman: “Não sei porque devo sentir emoções especiais. Anseio pelo momento em que termino a minha carreira, estou contente por acabar em breve. Mas não há nada de triste ou mau nisso, está tudo bem”.
O último Grande Prémio será apenas uma corrida onde vamos tentar o nosso melhor. Farei o mesmo de sempre”, disse Raikkonen. Quando lhe perguntaram quais os planos para as tardes de domingo em 2022 e para lá disso: “ tenho a certeza que vou assistir a algumas corridas…”









