O GP do Brasil tem tudo para ser uma excelente corrida, não só pela amostra que vimos ontem, mas pela variabilidade estratégica que poderemos ter esta tarde.
A estratégia de duas paragens é, na teoria, a mais rápida para esta corrida, mas a forma como as equipas vão preparar a corrida varia muito, uma vez que os pneus macios se revelaram uma opção interessante para a corrida, olhando às prestações de Valtteri Bottas e Carlos Sainz. No entanto há um fator a ter em conta para esta corrida. A temperatura em pista deverá ser superior à hora do arranque, pelo que o desgaste provocado pela temperatura e pelo peso dos carros com os tanques cheios de combustível, deverão impedir as equipas da frente da grelha de escolher pneus macios, para o arranque. Mas a prestação dos macios ontem fazem deles uma opção válida para um último stint ao ataque.
A tendência para as equipas do meio da tabela para cima, deverá ser um arranque com pneus médios, passando para um stint com pneus duros. Com os macios a darem tão boa conta de si na corrida sprint, poderemos ter equipas a optar por pneus duros no último stint ou pneus macios, com um stint intermédio mais longo. No entanto isso vai depender também dos pneus disponíveis pois há pilotos com apenas um conjunto de pneus duros (que inviabiliza a opção de dois stints com este tipo de pneus). Outa opção, esta mais interessante para as equipas que largam da segunda metade da grelha, será começar com pneus duros, o que dá flexibilidade para alterar a estratégia, podendo até estar em cima da mesa a possibilidade de uma paragem apenas.












