A Alpine conquistou já uma vitória na Fórmula 1, através de Esteban Ocon no GP da Hungria, e é quinta classificada no campeonato de construtores, tendo pontuado em todos as provas, excetuando o primeiro GP do ano e em Austin, onde ambos os carros tiveram de abandonar a corrida. Isto numa equipa com uma organização um pouco diferente, não tendo um chefe de equipa designado, como acontece na maioria das vezes. Em vez disso, Laurent Rossi, o CEO, lidera a gestão da equipa, com Marcin Budkowski e Davide Brivio.
Mesmo sendo uma forma diferente de abraçar gestão de uma estrutura na F1, Rossi pensa que tem funcionado, mas não exclui a possibilidade haver alterações à mesma em 2022.
“Penso que os resultados na pista falam por si. Marcar pontos consecutivamente em 15 corridas, mais uma vitória, não parece que estejamos a fazer figura de parvos quando vamos para a pista todos os fins de semana. Portanto, funciona o suficiente para que tenhamos este tipo de resultados notáveis”, afirmou o responsável da Alpine ao Motorsport.com. “Será a organização certa para o próximo conjunto de desafios e para continuar a subir na classificação? Bem, vou avaliar isso no final da época. Quero primeiro terminar a época no quinto lugar e depois certificar-me de que em Enstone e Viry todos estão concentrados em desenvolver o novo carro para a próxima época. Depois decido relativamente à evolução da organização em geral e da gestão de topo em particular”.
Sobre Brivio, que tem sido ligado a um possível regresso ao MotoGP e à Suzuki, Rossi afirmou que o facto de ser desejado no mundial de motociclismo, apenas prova o valor do diretor da Alpine.
“Sobre os rumores do MotoGP, tudo o que posso dizer é que são muito positivos em relação a Davide. Todos eles mencionam que sentem muita a falta dele, por isso diria que é uma grande prova do valor da pessoa, e ele está a mostrar isso na nossa equipa.”











