Pedro Leal e Paulo Amorim (Volkswagen Polo R5) foram sétimos na prova extra do Rally de Lisboa, e apesar da falta de conhecimento do carro, ainda ganharam um troço: “foi um dia de aprendizagem. Depois de 35 anos de competição, que faço este ano, é um carro top (ndr, Volkswagen Polo GTI R5) e nós viemos cá aprender, e acho que aprendemos rapidinho. Penso que conseguimos em alguns troços fazer algumas coisas engraçadas (ndr, inclusive um triunfo num dos troços).
A prova é muito gira, os troços são muito seletivos, difíceis, têm variações brutais, já os tinha vindo ver, acho que é um rali que ficava muito bem no ‘nacional’, porque seria um grande desafio para toda a gente. Troços rápidos, lentos, no mesmo troço faz-se uma ‘viagem’, rápido, lento, escorregadio, estreitas, é desafiante.
Se mudava alguma coisa? A própria organização vai evoluir, o rali teria de ser maior, mas eu sei que há outros troços e outros locais, não me parece que tenham alguma dificuldade de fazer aqui um rali com a quilometragem necessária ao ‘nacional’, aliás até nas ligações há troços desafiantes. A zona é muito propícia para isso.
Portanto aumentava-lhe quilómetros. E disse isso mesmo ao Humberto: a característica deste rali é não ter uma característica vincada, está sempre a mudar. É obrigatório seres um piloto que se adapta e teres um carro que se adapte a vários tipos de traçado, é tudo um desafio, acho que seria muito bem vindo e estar aqui no meio de Lisboa é fantástico.”








