F1, Alex Albon: “Quando se sai um ano, nunca é certo que se regresse”
Tendo corrido tanto pela Red Bull Racing Honda como pela Scuderia Toro Rosso em 2019 e 2020, onde marcou dois pódios e terminou com pontos consistentes, Alex Albon regressa à F1 na próxima época, pelas mãos da Williams Racing ao lado de Nicholas Latifi.
Albon desempenhou um papel significativo no desenvolvimento do RB16B nesta temporada com foco no trabalho de simuladores e testes de pneus e competiu no DTM onde recentemente obteve a sua primeira vitória. Apesar de todos os lugares da Red Bull F1 estarem ocupados na próxima temporada, a equipa trabalhou nos bastidores para ajudar o piloto a assegurar um lugar na F1 para 2022.
“Estou realmente entusiasmado e ansioso por regressar à Fórmula 1 em 2022”, disse o piloto no anúncio do seu ingresso na Williams. “Quando se sai um ano da F1, nunca é certo que se regresse, por isso estou extremamente grato à Red Bull e à Williams por acreditarem em mim e me ajudarem na minha viagem de regresso à grelha. Também tem sido óptimo ver todos os progressos que a Williams tem feito como equipa este ano e estou ansioso por os ajudar a continuar essa viagem em 2022. O meu foco volta agora ao meu papel de piloto de testes e reserva na Red Bull e a ajudar a equipa a lutar pelo campeonato mundial deste ano”.
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Sr. Dr. HHister
8 Setembro, 2021 at 16:19
Fixe. Eu simpatizo com ele. Vamos ver como se compara com Latifi. Não é um fora de série mas tem muito por onde crescer. Pode crescer para os lados e criar umas asas adiposas para voar! Nunca se sabe.
[email protected]
8 Setembro, 2021 at 17:08
Um bom comparativo com Latifi já aconteceu com ampla vantagem para Albon. Latifi correu a temporada completa pela DAMS na F2 em 2017. Em 2018, repetiu a doze pela mesma equipe terminando o ano em 9º no campeonato com 91 pontos e 1 vitória. Albon estreou na categoria neste ano de 2018, exatamente na mesma equipe DAMS, portanto como companheiro do já experiente Latifi, mas teve um desempenho bem superior. Apesar de ser um estreante, obteve o 3º lugar no campeonato, com 212 pontos e 4 vitórias, perdendo apenas para Russel campeão e Norris vice, apenas 7 pontos na sua frente. Geralmente o primeiro ano na F2 é um ótimo termômetro, pois a grande maioria precisa de um segundo ano para aparecer bem, como Mk. Shumacher ou até 4 temporadas como no caso de De Vries. Rosberg, Hamilton e Russel são exemplos de estreantes que já conquistam o título no seu ano de estreia. Em 2018, na estreia na categoria, Norris e Albon não foram campeões mas fizeram uma temporada digna de um título pelo desempenho e pontuação. Já Latifi, mostrou-se aquele desempenho mediano que tem-se repetido na F1. Não teria dado um passo a frente da F2 se não fosse o aporte financeiro. Por este histórico, Albon, uma vez familiarizado com a equipe deve superar Latifi amplamente.
Sr. Dr. HHister
8 Setembro, 2021 at 21:41
Também o acho superior ao Latifi e sabia que se tinha portado bem na F2, só não sei se tem estofo psicológico para regressar a uma equipa de topo mas deve dar e sobrar para bater o colega. E nunca se sabe, o Williams pode ser uma surpresa mas em termos gerais é uma dupla fraca no que a experiência diz respeito.
...
8 Setembro, 2021 at 22:06
De Vries fez três temporadas na F2 e não quatro…2017,18 e 19!
Frenando_Afondo™
8 Setembro, 2021 at 19:53
Será um bom termo de comparação com Latifi. Se andar ao mesmo nível, é apenas mais um. Se fizer bem mais como Russell fez, será mais um renascido das cinzas da fogueira do Sr. Marko.