Os dois pilotos da Haas desentenderam-se novamente. Depois da qualificação, quando sobrou ainda para Sebastian Vettel, Nikita Mazepin fechou a porta quando Mick Schumacher o tentava ultrapassar nas voltas iniciais, no princípio da reta da meta. O alemão teve mesmo alguns problemas na asa dianteira por causa deste episódio, mais um que Günther Steiner tem para resolver.
“Obviamente, mais uma vez, houve um pequeno toque com o meu colega de equipa por alguma razão que não compreendo”, disse Mick Schumacher. “Parece que é assim que as coisas são. Parece que ele tem esta coisa na cabeça que quer, a qualquer custo, estar à minha frente, e não faz mal, não tenho nada contra isso, mas penso que se formos ao ponto de nos defendermos agressivamente contra um colega de equipa, quando não temos nada a ganhar, talvez essa não seja a abordagem correcta. Não justifica o facto de ele me empurrar contra a parede, e basicamente empurrar para o pit lane. Penso que essa não é a forma correta, provavelmente teremos de ter uma conversa com a equipa sobre isto”.
Günther Steiner, que afirmou anteriormente, que existem diferenças entre os dois pilotos, disse que a equipa vai ter de analisar esta questão e tirar ilações, para não se repetirem episódios deste género. “Obviamente, tivemos o contacto entre os dois no início da corrida. Todos nos sentamos depois e o meu objectivo agora, é trabalhar nisso e resolver estes problemas no futuro”.











Diz o roto ao nú…
Ainda me lembro de como toda a gente, que andou anos a fio a exigir (ciberneticamente, vale o que vale) que o Grosjean fosse despedido, suspirou de alívio e rejubilou quando recebeu a notícia de que a Haas tinha acedido aos seus pedidos e contratado a parelha actual. Agora o Grosjean está a fazer uma carreira brilhante nos Estados Unidos, enquanto os dois palhaços da Haas se entretêm a bater um no outro, na luta pelo penúltimo lugar, e o ringmaster Guenther Steiner continua tão ridículo como era nesse tempo. O Grosjean – e, já agora, o K. Magnussen –… Ler mais »
O problema, é que um sustenta a equipa, e o outro tem um apelido sonante e é apoiado pelo fornecedor de motores. Se não fosse isso, um ou os dois, já tinham recebido guia de marcha. O Steiner é um tipo “porreiro”, mas parece-me que não tem pulso forte para domar dois franganotes armados em galos. Ter uma carroça em vez de um F1, também não ajuda.