Depois de ter sido noticiado pelo jornal canadiano Le Journal de Montreal, que a potencial utilização de informação privilegiada por parte do Toto Wolff no negócio da compra de 0.95% da Aston Martin estaria sob investigação, o Financial Times avançou terça-feira passada, que não foram encontradas provas necessárias para prosseguir a investigação.
O jornal reportou que o BaFin, autoridade alemã que supervisiona o mercado financeiro, não prossegue com a investigação por falta de provas e, enquanto oficialmente o FCA (a autoridade britânica) não comenta o caso, uma fonte próxima do processo informou o jornal, que o mesmo acontecerá ao processo aberto na Grã-Bretanha.
Em causa estaria a potencial utilização de informação privilegiada por Toto Wolff, quando comprou parte das ações da Aston Martin, depois de Lawrence Stroll se tornar no maior acionista da empresa.
O jornal canadiano, aquando da primeira noticia, avançou que “seis meses após esta transação, foi anunciado que a Mercedes pretendia ter uma participação adicional de até 20% na Aston Martin. Além disso, a fabricante britânica anunciou em maio de 2020, a nomeação como CEO de Tobias Moers, que até então era chefe da subsidiária AMG da Mercedes.”
A questão que foi averiguada pelas autoridades que regulam o mercado financeiro alemão e britânico, foi se Toto Wolff sabia destas informações quando adquiriu a sua parte na Aston Martin, sendo ele um parceiro da Daimler AG.










