O caso de Nico Hülkenberg é, possivelmente, uma das maiores injustiças da F1 nos últimos anos: perdeu o lugar no pelotão da disciplina porque existem poucos lugares para tão bons pilotos e outros são pilotos pagantes. Depois de sair da F1, ainda regressou no ano passado para duas corridas em substituição de Sergio Perez e Lance Stroll.
Este ano, sem lugar em nenhuma equipa e com poucas hipóteses para 2022 poder regressar a uma equipa de topo, o alemão afirmou ao jornal Bild, que não tem ilusões quanto ao seu futuro.
“Penso que sei como vai ser. Todos podem calcular isso por si próprios e eu não tenho ilusões. As portas das equipas de topo estão fechadas para mim. Tenho de ser realista. Se isso não acontecer agora, o capítulo da Fórmula 1 estará fechado para mim. Vejo-o como uma nova oportunidade. Já tive tempo suficiente para pensar em tudo. Claro que cometi alguns erros, talvez a minha carreira tivesse sido diferente, mas não me arrependo de nada”.
Hülkenberg é o piloto que mantém o infame recorde de mais Grande Prémios realizados sem subir ao pódio. São no total 179 GP’s e apenas conseguiu chegar até ao 4º posto em corrida, conseguindo uma pole position. É neste momento, piloto reserva e desenvolvimento da Aston Martin.











