Escrevemos antes do GP doAzerbaijão que a McLaren podia surpreender. Aliada à potência da unidade motriz da Mercedes, o MCL35M da equipa tem uma aerodinâmica que ajudaria nas ruas de Baku. Mas não foi bem isso que aconteceu.
Se não fosse o acidente de Max Verstappen e a saída de Lewis Hamilton, Lando Norris possivelmente seria 7º e Daniel Ricciardo poderia ter ficado de fora dos pontos.
No final da corrida, tanto pilotos como Andreas Seidl pareciam satisfeitos com as posições alcançadas. E podem, porque são pontos preciosos. No entanto, os Sábados parecem o calcanhar de Aquiles da estrutura de Woking.
O lugar mais alto da grelha, atingido por Lando Norris, foi o 5º posto e logo no Mónaco (com a falta de Charles Leclerc na grelha, foi o equivalente a um 4º lugar), onde também conseguiu o seu melhor resultado até agora. Depois disso, por 3 vezes foi o sétimo da grelha, por uma vez 6º e por uma vez um dececionante 9º lugar.
Daniel Ricciardo só bateu o seu colega de equipa por duas vezes, logo o seu registo em qualificação não é melhor. Com isso, o australiano está um passo atrás do seu colega de equipa, já que tem de melhorar na qualificação e na corrida, principalmente uma habituação ao carro mais rápida.
Andreas Seidl avisou que do GP de França para a frente, a equipa tem de pensar na qualificação. “O objetivo claro de França e para além disso, é qualificar mais acima na grelha e, ao fazê-lo, tornar os nossos Domingos um pouco mais fáceis”
“Relativamente à corrida, partir de P9 e P13, depois P12 e P13 após a primeira volta, o objetivo era claramente de ripostar, e não perder muito terreno para os nossos concorrentes no Campeonato de Construtores. Nesses termos, deixar Baku com posições de chegada de P5 e P9 é algo que nos faz muito feliz. Conseguimos manter a calma durante uma corrida difícil e cheia de incidentes, onde esperámos por oportunidades e fizemos jogadas decisivas para terminar com posições decentes,
Todas as equipas do meio da tabela podem dizer o mesmo, mas no caso da McLaren parece faltar algum ritmo de qualificação, porque em corrida, com algumas exceções, o ritmo é forte.










A Mclaren tem motor Mercedes. Á partida talvez devesse andar um bocado melhor,principalmente o Ricciardo. Mas o motor deles não é de certeza o “mesmo ” que o motor do Mercedes nº1. Talvez seja igual ao Mercedes nº 2 !O Ricciardo tem desiludido muito.
Eu também sou adepto do Alonso! hahahahaha
Muito bem, pertinente este artigo sobre a McL, houve gêpê no fim de semana. Questão prévia, e ponto final.
Agora – e muito respeitosamente, pois estamos na casa do autosport.pt- o que é de estranhar na longuíssima fornada de textos, sempre muito elogiosos, no (s) autosport(s) sobre esta equipa, é terem escrito apenas 2 linhas e meia sobre o Monsour Ojjeh…
Ou não será assim tão estranho?
Concordo que têm de melhorar na qualificação, mas também é certo que a Ferrari no Monaco e em Baku esteve muito forte, mas mesmo assim conseguiram sobreviver e estão a apenas 2 pontos da Ferrari, porque a Ferrari não consegui pontos para o ritmo que teve, principalmente no Monaco, agora em pista de maior velocidade aí têm de se qualificar a frente da Ferrari, até porque já se percebeu que a luta pelo 3° lugar é entre McLaren e Ferrari, e ainda para mais com 3 GP seguidos, da menos tempo para as equipas trabalhar nos carros!