Graças a um grande “reboque” de Valtteri Bottas, Lewis Hamilton conseguiu um tempo decente no Treino Livre 3, terminando a sessão com a terceira melhor marca (1:42.697s). Tem sido um inicio de fim de semana para esquecer na Mercedes, com os dois carros a não conseguirem manter o ritmo dos principais protagonistas.
Durante este último treino livre, Bottas comunicou à equipa que as alterações feitas no monolugar não fizeram efeito. Ontem, Hamilton dizia que o carro estava apenas lento. Nota-se a apreensão na equipa em Baku.
Ou estamos perante uma brilhante jogada de “bluff” ou o caso é mesmo grave.
A Mercedes não estava nesta situação, ao não colocar nenhum dos seus pilotos nos 5 primeiros tempos dos treinos livres (se retirarmos 5 décimos ao tempo de Hamilton – contas muito a bruto – ficaria atrás de Carlos Sainz em 6º), desde o GP da Hungria em 2013.
Nesse ano Lewis Hamilton trocava a McLaren pela Mercedes com a expetativa de voltar a ser campeão. Na Hungria, Nico Rosberg foi o melhor piloto da Mercedes no TL1, conseguindo o 8º melhor tempo.
Hamilton melhorou a performance no treino livre seguinte, sendo o 6º mais rápido e com Rosberg atrás de si. No TL3, o britânico não conseguiu melhor que a repetição do 6º posto.
Pior que Baku, só mesmo a Hungria, mas nesse GP Lewis Hamilton garantiu a pole position e depois venceu a corrida de Domingo.
Agora, a grande questão…
Com tantas saídas de pista e consequentes bandeiras amarelas nos treinos livres, a qualificação pode ser encurtada e os tempos podem não ser os melhores, o que esperávamos. Logo, uma primeira volta, possivelmente a utilizar uma boleia do companheiro de equipa, pode muito bem garantir a pole a um piloto que à partida não esperaríamos.









