Nico Rosberg e Lewis Hamilton protagonizaram o +ultimo duelo verdadeiramente apaixonante da F1. Os colegas de equipa entregaram-se a uma luta que por vezes ultrapassou os limites, dentro de uma Mercedes que tentou, sem sucesso, diminuir os efeitos desta guerra interna.
Com a conquista do título, Rosberg considerou que a sua missão estava cumprida e pendurou o capacete. Na altura pensou-se que tal foi visto com alívio por parte das chefias da Mercedes, com o ambiente dentro da equipa a ser cada vez mais instável. Mas Rosberg negou essa teoria:
“Isso nunca foi, nunca foi verdade”, disse Rosberg. “Tínhamos a melhor combinação de pilotos… e com certeza que teria sido mais fácil se eu tivesse continuado. Eu teria gostado muito de celebrar o título mundial por mais um mês e depois, a dada altura, dizer: ‘Vou desistir'”, comentou Rosberg.
“Se dependesse de mim, tê-lo-ia feito em Janeiro. Mais um mês de festa como campeão mundial e depois, a dada altura em Janeiro, dizer: ‘Vou desistir. Só o fiz pela Toto e pela equipa, muito simplesmente”.











