Só mesmo Lewis Hamilton poderia resistir daquela forma aos ataques de Max Verstappen lhe desferiu nas últimas voltas do GP do Bahrein de F1. Depois de se ‘desencontrarem’ devido às estratégias escolhidas para a corrida, é certo que no fim da corrida tudo se ‘afunila’ e a luta que Hamilton e Verstappen travaram pela vitória deixa água na boca para as 22 corridas que se seguem este ano.
Apesar de Verstappen ter dominado todas as sessões no Bahrein, a que verdadeiramente importa, a corrida foi bem mais discutida, e o triunfo acabou por cair nas mãos do inglês: “Foi uma corrida muito difícil. Ao pararmos cedo, já sabíamos que seria complicado, mas optámos por cobrir o Max. Eles estiveram muito bem todo o fim de semana e por isso seria preciso algo especial para o bater. Geri o suficiente para ainda ter pneus no final da corrida, mas foi muito difícil pois o Max estava em cima de mim. Foi uma das corridas mais difíceis que já tive em muito tempo, por isso estou grato, muito grato aos homens e mulheres na fábrica e aos rapazes aqui no Bahrein, por terem ido para lá dos limites e nunca terem desistido, mesmo que sentíssemos que estávamos atrás. Foi uma grande corrida e este é um bom começo para nós, pois pensávamos estar seis a oito décimos atrás”, disse.










Que corridão do melhor de todos os tempos. Num monolugar inferior e com pneus gastos, conseguiu manter-se a par e bater um RB bem superior e com pneus mais frescos. Gigante.
É aqui que o Hamilton faz a diferença (na corrida), à semelhança de 2018 onde no inicio do campeonato tinha um carro inferior aos Ferrari’s, consegue ir minimizando os estragos e até ganhar uns pozinhos.
A Mercedes tem muitos recursos e concerteza vai apresentar em breve uma evolução do carro.
Diz o homem que ao longo da sua carreira sempre esteve no melhor carro, ano após ano após ano após ano.
Se assim sente dificuldades imaginem…