Depois de ter vencido o Rali do Ártico Finlândia no WRC2, naquele que foi o seu regresso aos ralis, Esapekka Lappi não tem previsto marcar presença no Rali da Croácia, mas pode regressar no Rali de Portugal, dando aí sequência ao que pretende ser uma temporada completa no WRC2.
Tendo em conta que os concorrentes devem participar em oito provas, um mínimo de seis e um máximo de sete provas europeias e pelo menos uma ronda fora da Europa, México ou Japão, sendo que todas as oito pontuações contam pelo que Lappi vai bem a tempo de lutar pelo campeonato: “Penso que se pode dizer que esta foi uma missão cumprida. Fui ao Rali do Ártico para lembrar às pessoas que ainda aqui estou e que quero ver o meu nome na lista de pilotos, bem como o de Andreas, para a próxima época. Penso que pusemos o pé na porta quanto a isso”, começou por dizer Lappi, que depois duma temporada difícil com a M-Sport em 2020, que regressar ao WRC: “Este resultado confirma que ainda lá estou. Eu queria ver e sentir que – é bom mostrar-lhes que não somos lentos. Janne [co-condutor Ferm] disse que não me via a conduzir tão relaxado há anos. Foi ótimo.
Daqui para a frente não sei o que está para vir. Estamos a falar [com as equipas], mas é tudo o que há para dizer neste momento. Há apenas ideias, nada mais. Este resultado definitivamente não vai prejudicar nada, mas não sei o que virá a seguir” disse Lappi que depois de ganhar o título mundial de WRC2 em 2016, subiu para o WRC com a Toyota Gazoo Racing em 2017. Na sua quarta prova, registou a sua única vitória no WRC, na Finlândia, mas agora luta para regressar: “Penso que as pessoas sabem que sou rápido em provas rápidas, por isso talvez devesse olhar para algo diferente, algum evento, como Portugal”, concluiu.










